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Zona de Conforto

A paz e a calmaria da estabilidade de um lado e a realidade, com dias que precisam de ao menos umas 30 horas, de outro, e no meio disso tudo, pessoas reclamando de suas rotinas. O que faz com que eu sempre me pergunte o que nós realmente queremos, mas, quando penso mais um pouco, percebo que… Quem é que sabe? Não que isso seja um problema, afinal, saber exatamente o que queremos não nos impede de ser jogados de um lado para o outro pelas escolhas que a vida faz.

Quando acordamos em um belo dia, acreditando que tudo o que fazia sentido antes já não é mais o que nos move hoje, é hora de mudar. Quando colocamos a cabeça no travesseiro, com a lembrança de que ao acordar as coisas já não serão mais tão interessantes como eram antes, é hora de mudar. Parece que estou fazendo rodeios, falando muito e não falando nada, mas a verdade é: sempre é hora de mudar!

Pintar o cabelo de azul, mudar o estilo das roupas, trocar o carro pela bicicleta, ou simplesmente se desapegar de velhos hábitos. Toda mudança é válida e, na maioria das vezes, necessária para que deixemos de lado a tal zona de conforto, abracemos novas oportunidades, iniciemos novas jornadas e conquistemos novos horizontes. Cedo ou tarde, a necessidade de mudança bate à porta e nesse momento, temos que decidir qual caminho seguir.

Então vamos fazer diferente, já que mais um ano está perto de terminar, que tal desde agora pensar no que não queremos? Ao invés de reclamar por aquilo que perdemos e continuar sentados em nossos sofás, choramingando, é melhor agradecer por aquilo de que fomos poupados. E mais, arriscar agora, já que o momento certo é exatamente aquele em que reconhecemos a necessidade de mudar. Mais do que falar sobre transformações, é preciso agir, chacoalhar a carcaça e deixar o mais do mesmo de lado!

“Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar.” (Willian Shakespeare)

**Thayara Barboza tem 25 anos, espírito de jornalista desde sempre, mas, com formação desde 2009. Já plantou uma árvore, escreveu um livro, mas ainda não tem um filho. Em 2013 virou gente grande, casou, comprou casa e adotou uma cachorrinha! E, principalmente, acredita que toda mudança é necessária e fundamental para a evolução, sem medo de errar!